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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Os "novos milionários" da Faixa de Gaza*

Desenho da Middle East Children's Alliance 
Há anos que as forças de segurança israelitas (IDF) impõem um bloqueio impiedoso à Faixa de Gaza, sendo este o principal fator responsável pela deterioração das condições de vida dos palestinos. Um bloqueio que, até ao Verão de 2010, permitia apenas a entrada de alguns alimentos básicos e medicamentos. Nessa altura, devido à pressão internacional no seguimento do incidente que envolveu o assalto militar israelita à flotilha humanitária turca, assim, o Governo hebraico acabou permitindo a entrada de uma maior variedade de bens de consumo. Mas o controle continuou muito restrito, impedindo a entrada de materiais essenciais para a reconstrução e recuperação de um enclave totalmente 'asfixiado' e parcialmente destruído, sobretudo a partir do momento em que o conflito israelo-palestiniano voltou a aquecer com o início da controvérsia de al Aqsa, em Setembro de 2000. As três semanas de bombardeamentos israelitas no Inverno de 2008/2009 (Operação “Cast Lead”) aguçaram ainda mais caos sobre os principais centros urbanos: a cidade de Gaza, Khan Yunis e Rafah. Mais de seis mil casas foram destruídas, assim como quase duzentas estufas. Contaram-se para mais de 900 'crateras' em estradas e ruas provocadas pelo impacto das bombas israelitas, 25 milhões de dólares em estragos nas universidades, mais de 35 mil cabeças de gado e um milhão de aves mortas. (17% por cento da área cultivável foi destruída).
Fonte: Relatório "Gaza in 2020: A liveable place?"/UNRWA
O Governo hebraico justificou a sua ação bélica com os mesmos argumentos com que tem sustentado o bloqueio: os lançamentos constantes de morteiros, por parte de militantes do Hamas, sobre zonas israelitas contíguas ao "enclave", e a incursão de terroristas suicidas no território judaico. É com base neste receio que o Governo israelita mantém a proibição de entrada e saída de palestinos de Gaza, apenas em casos específicos ou de emergência médica. O autor destas linhas chegou a ouvir testemunhos de palestinos na Cisjordânia a lamentarem-se pelo fato de há muito tempo, não visitarem seus familiares na Faixa de Gaza, por não poderem circular em Israel nem entrar no 'enclave'. A verdade é que nestes 12 anos, desde o início da intifada de al Aqsa, que entretanto terminou, os palestinos de Gaza estão praticamente entregues à sua sorte, valendo-se do apoio das instituições sociais do Hamas e de algumas ONGs.
Em Agosto do ano em curso, as Nações Unidas divulgaram um relatório importante, “Gaza in 2020: A liveable place?”, no qual lançaram o alerta: Gaza não será “habitável” em 2020 a não ser que se atue urgentemente em áreas como o saneamento básico, o abastecimento de água potável, o fornecimento de eletricidade, a saúde ou o ensino.  O documento da agência da ONU de apoio aos refugiados palestinos (UNRWA) estima que nos próximos oito anos a população da Faixa de Gaza chegue aos 2,1 milhões, mais 500 mil pessoas que atualmente. Entretanto, apesar da economia ter crescido nos últimos anos, os palestinos vivem em média pior do que nos anos 90, onde o rendimento per capita era superior ao do ano passado. Esta aparente contradição explica-se pelo fato desse crescimento estar focado na construção e não em setores produtivos e sustentáveis da economia. Citado pela BBC News, Omar Shabban, economista do think thank Palthink, baseado em Gaza, refere que devem existir atualmente entre 100 a 200 “novos milionários” que juntaram muito dinheiro em pouco tempo e que devem fazer 2 milhões de dólares de dois em dois meses. Estes homens têm usufruído do “boom” da construção e de toda uma economia paralela que é alimentada pelas centenas de túneis que existem entre a Faixa de Gaza e o Egito, pelos quais é contrabandeado todo o tipo de materiais provenientes do território egípcio. 

O sonho perdido de Arafat (1)

Fonte: http://odiplomata.blogs.sapo.pt *Alexandre Guerra.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A “Batalha de Varsóvia”.

Em 12 de junho de 1990 foi feita a “Declaração de Soberania do Estado da Rússia”. Esta decretava a emancipação da extinta “União Soviética”, em um processo que só teve fim mais de um ano depois, em 25 de dezembro de 1991. Um ano após a adoção da Declaração foram realizadas as primeiras “eleições nacionais” diretas e universais para Presidente na história do Estado russo, fazendo com que 11 anos mais tarde, em 2002, o dia 12 de junho fosse decretado como “Dia da Rússia”. A data é comemorada em todo o país por sua população. A diferença na comemoração deste ano se deu por uma ironia do destino: a “seleção russa de futebol” entrou em campo pela Eurocopa (torneio de futebol entre 16 seleções européias que está sendo realizada navPolônia e Ucrânia) contra um de seus maiores rivais históricos: a Polônia. Se a partida já era motivo de preocupação para as autoridades polonesas, o dia de celebração da data russa foi motivo para preocupar ainda mais os responsáveis pela segurança da cidade de Varsóvia, onde o jogo foi disputado. A formação do Estado polonês moderno é bastante recente, apesar de a configuração da Polônia atual ser bastante similar ao “Primeiro Estado Polaco”, datado de 966 d.C.. Durante séculos a configuração territorial se manteve quase intacta, apesar da “invasão mongol” no século XII, que trouxe alterações, mas o Estado se restabeleceu e formou uma aliança com o “Grão-Ducado da Lituânia”, que gerou um aumento territorial de ambos Estados e fez da Polônia o maior país da Europa à época. Contudo, no século XVII, o território foi desmantelado em função da “invasão sueca” e da “revolta cossaca”. O país passou de maior Estado europeu para a sua quase inexistência, tendo o território sido divido entre a Prússia, a Áustria e a Rússia. O Estado polonês voltou a existir apenas em 1918, após o fim da “I Guerra Mundial”, quando os aliados concordaram com a reestruturação da Polônia em respeito ao “13o ponto” dos “14 Pontos” apresentados pelo presidente norte-americano Woodron Wilson, que seriam fundamentos norteadores da implantação da “Ordem Mundial” do pós-guerra. No entanto, a “independência polonesa” só se concretizou após o fim da “Guerra Polaco-Soviética” (1919-1921) e o país conseguiu se manter livre apenas até o início da “II Guerra Mundial”, quando foi invadido por alemães e soviéticos. Depois deste conflito, ele voltou a ser independente, mas foi instituído um Governo comunista até 1990, semelhante ao dos países do “Bloco Soviético”, sendo o período em que a Polônia foi um satélite da “União das Repúblicas Socialistas Soviéticas” (URSS). De toda a história moderna da Polônia, um dos fatos mais marcantes foi a vitória do desacreditado Exército polaco sobre as forças soviéticas na “Batalha de Varsóvia”, de 1920. O combate durou 13 dias do mês de agosto e terminou com a derrota do “Exército Vermelho” tendo, aproximadamente, 29.500 baixas, das quais, 25.000 foram soviéticas. Em função de toda a história que acompanha russos e poloneses, a partida de terça-feira, dia 12, era vista como um ponto crítico do Torneio. Os russos que chegaram de Moscou para o jogo e fizeram uma marcha em comemoração ao “Dia da Rússia”, tendo como ponto de partida o “Museu de Guerra da Polônia” e como ponto final o “Estádio de Varsóvia”. Eles foram escoltados, mas, apesar disso, as torcidas russa e polonesa entraram em conflito. Como saldo final, alguns feridos e alguns presos. No campo, houve o empate. Para os poloneses, que participam apenas pela segunda vez da competição, o resultado teve um gosto de vitória. Apesar de os russos liderarem o “Grupo A” da Eurocopa, a Polônia ainda sonha com a classificação. Aparentemente, a “Batalha de Varsóvia” teve novamente os poloneses como vencedores. 
Fonte: Daniela Alves - Analista CEIRI

terça-feira, 5 de junho de 2012

Brasil X Bolívia: Problema Diplomático à vista?


O senador Roger Pinto Molina (da oposição boliviana) está gerando um problema diplomático para o Brasil. Ele está sendo abrigado na Embaixada brasileira em La Paz há um semana e pediu “asilo político no Brasil”, sob a alegação de que está sofrendo perseguição política em seu país pelo fato de defender os “Direitos Humanos”. No dia 28 de maio, escreveu duas cartas, uma à presidente brasileira Dilma Rousseff e outra ao embaixador do Brasil na Bolívia, Marcelo Biato, explicando sua situação e pedindo para ser recebido em solo brasileiro. O governo boliviano nega a acusação de perseguição ao senador e acusa-o de corrupção (envolvendo uma rede formada por funcionário públicos, juízes, advogados e policiais), tráfico de drogas, desvios de recursos e recusar-se a prestar esclarecimentos à justiça. A decisão brasileira não tem prazo definido e pode se estender indefinidamente. Já houve reuniões entre os ministros das “Relações Exteriores” do Brasil, Antonio Patriota, e da Bolívia, David Choquehuanca, para tratar do direito de asilo do Senador, mas não se sabe quando sairá a decisão. A situação é complexa devido à afinidade ideológica entre os dois governos, apesar da linha autônoma do Brasil, da desproporção de forças entre os dois países e da postura independente adotada pela presidente Dilma Rousseff, mas, o fato de estar na Embaixada brasileira faz emergir a questão do apoio que o Brasil deu a outros líderes que alegaram perseguição, embora com casos de natureza diferentes, além do Asilo fornecido pelos brasileiros a Cesare Battisti, que solicitou permanência no país sob a mesma alegação de perseguição política, mesmo que tenha sido enquadrado na Itália e na Europa como criminoso comum e condenado por Tribunal italiano. Um dos argumentos adotados para a conceder o Asilo foi, resumidamente, a inexistência de condições imparciais para o seu julgamento e a inexistência de condições de segurança para a sua volta. Com base nas informações disseminadas pela mídia por observadores internacionais é possível levantar a hipótese da manutenção do Senador boliviano na embaixada brasileira, para vencê-lo no cansaço, levando-o a desistir do intento e a sair do espaço diplomático brasileiro. Este é um risco concreto para Molina, pois seria garantida a neutralidade do Brasil, não seria afetada a postura ideológica dos seus mandatários, nem haveria como acusar o Governo brasileiro de ter adotado dois pesos e duas medidas para este caso, restando ao solicitante que sua situação seja disseminada no Brasil para que haja pressão solicitando a aceitação de seu pedido.
Fonte: NOTAS ANALÍTICAS Publicado em Terça, 05 Junho 2012 13:00 Escrito por Marcelo Suano – Analista CEIRI  
* Ver: http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2012/06/04/senador-boliviano-espera-resposta-sobre-asilo-politico-no-brasil/

terça-feira, 29 de maio de 2012

Brasil: O problema estrutural dos profissionais ligados à educação.

No Japão, os professores são os únicos que não precisam reverenciar o Imperador, o que demonstra o seu prestígio na sociedade japonesa. Na Suécia, os docentes são os profissionais muito bem pagos, considerados parte da elite, essenciais para o futuro do país. Uma das grandes receitas de sucesso em diversos países, como na Coréia do Sul, é o investimento em educação e, consequentemente, nos professores. A China tem investido grandemente em educação, acreditando que esta é a chave do sucesso no longo prazo. No Brasil, apesar dos recentes investimentos de expansão do ensino superior, o capital humano tem sido relegado a um segundo plano. Investe-se nas obras, mas não nos pilares que as mantêm. Se este quadro se perpetuar, os melhores cérebros que habitam os corredores das universidades tenderão a migrar para outros espaços, como a iniciativa privada longe da pesquisa. Naturalmente, o problema não habita no fato de pessoas inteligentes e capacitadas se localizarem em outros espaços: a sociedade precisa disso. O problema é quando essa tendência vira regra e existirem cérebros em outras instâncias em agudo detrimento da permanência de bons professores nas universidades, aprofundando a carência de formadores de quadros para o futuro do Brasil. Dadas estas questões, a greve dos professores traz à tona esse velho e importante debate*. Qual futuro queremos?
Fonte: KGEspósito/Relações Internacionais

domingo, 20 de maio de 2012

G-8: concordância acerca da preservação da união monetária europeia para a estabilidade e a recuperação da economia mundial

O G-8 emitiu forte mensagem em favor do urgente e obrigatório crescimento econômico, em contraste com a posição da Alemanha de observação de programas de austeridade fiscal em curto prazo. Reunidos em Camp David, a casa de campo da Presidência americana, os líderes dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Alemanha, França, Japão, Itália, Canadá e Rússia concordaram ser essencial a preservação da união monetária europeia para a estabilidade e a recuperação da economia mundial e expressaram seu forte interesse na preservação da Grécia na zona do euro. Há sinais promissores de recuperação, diz o texto, mas ainda com 'ventos contrários de proa'. Um deles vem da redução do suprimento mundial de petróleo, com o início da vigência de novas sanções contra o Irã em 1.º de julho, que mereceu um comunicado do G-8. A receita para cada país não é a mesma, reconheceu o grupo, mas pode envolver mais investimentos oficiais, o cuidado para não sufocar a expansão do crédito, o apoio a pequenos e médios negócios e as parcerias público-privadas. A adoção das políticas de ajuste nas contas públicas deve 'levar em conta a evolução econômica dos países e reforçar a confiança e a recuperação econômica'.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Livros sobre diplomacia franqueados...

BIBLIOTECA DIGITAL DE POLÍTICA EXTERNA 
A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) implantou em sua página na internet (www.funag.gov.br) a Biblioteca Digital de Política Externa. Trata-se do propósito de ampliar o acesso do público interessado aos livros editados pela FUNAG sobre temas da Política Externa. O acervo inicial conta com duas coleções de obras: 1) 31 livros dos seminários do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI) da FUNAG; 2) 36 teses, já publicadas pela FUNAG, do Curso de Altos Estudos (CAE) do Instituto Rio Branco (IRBr). A Biblioteca Digital de Política Externa oferece acesso, sem ônus, ao texto integral das obras constantes de seu acervo, em formato PDF. A documentção encontra-se franqueada neste link:http://www.funag.gov.br/BDPE. A Biblioteca Digital de Política Externa é uma iniciativa da Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) e do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), e tem o propósito de ampliar o acesso aos livros editados pela FUNAG sobre temas da Política Externa Brasileira. O acervo inicial da Biblioteca Digital está constituído de duas coleções de obras: 1) Livros dos seminários do (IPRI); 2) Teses, já publicadas pela FUNAG, do Curso de Altos Estudos (CAE) do Instituto Rio Branco (IRBr).

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Relações Econômicas Internacionais - Dicas de Leitura

1. “A indiscutível leveza do neoliberalismo no Brasil: uma avaliação econômica e política da era neoliberal”, Washington, 7 fevereiro 2002, 12 pp. Ensaio sobre as tribulações das idéias neoliberais no Brasil, com base no texto preparado para o seminário realizado na Universidade de Illinois em Urbana, em novembro de 2001. Anexo: avaliação quantificada do neoliberalismo no Brasil. Publicado na revista eletrônica Espaço Acadêmico(Maringá: UEM, Ano I, nº 10, Março de 2002, link: http://www.espacoacademico.com.br/010/10almeida.htm).
2. “Mercosul: antecedentes, desenvolvimento e crise: uma avaliação analítico-descritiva do período 1986-2002”, Washington, 16 janeiro 2002, 55 pp. Revisão ampliada e atualização de trabalhos anteriores (811 e 814) e incorporação de nova cronologia do Mercosul (trabalho 845), compondo novo texto sobre o processo de integração nos primeiros onze anos, para a revista Impulso, da Unimep (850a). Enviado em 16.01, para Heitor Amilcar. Texto revisto, atualizado e adaptado (850b) para o INTAL, publicado, sob o título Mercosul em sua primeira década (1991-2001): uma avaliação política a partir do Brasil, INTAL-BID, (Buenos Aires: Documento de Divulgação nº 14, Série INTAL/ITD/STA, Divisão de Integração, Comércio e Assuntos Hemisféricos, Unidade de Estatística e Análise Quantitativa, Abril de 2002, 64 p.;http://www.iadb.org/intal/publicaciones/deAlmeida_DD14.pdf).

3.Sinais Trocados na Alca: Teria a esquerda deixado de ser progressista e passado a trabalhar contra os interesses daqueles com quem supostamente se identifica?”, Washington, 10 setembro 2002, 19 pp. Ensaio contestando as idéias e os fundamentos do movimento contrário à Alca. Disponibilizado no website pessoal, sob link: www.pralmeida.org/docs/942SinaisTrocadosAlca.htm. Publicado (a) na Revista Autor, política, economia, sociedade, internacional, cultura, direito (Ano II, nº 17, especial, novembro 2002; http://www.revistaautor.com.br/artigos/2002/W17/ESP_17a.shtml); (b) sob o título de “Sinais trocados na Alca” no website Gramsci e o Brasil, (11.11.02; link: http://www.artnet.com.br/gramsci/arquiv233.htm).

4. “O Brasil e o FMI de 1944 a 2002: um relacionamento feito de altos e baixos”, Washington, 7 fevereiro 2003, 30 p. Versão resumida do capítulo (trabalho 881) preparado para o livro organizado por Valério de Oliveira Mazzuoli e Roberto Luiz Silva, O Brasil e os acordos econômicos internacionais: perspectivas jurídicas e econômicas à luz dos acordos com o FMI (São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2003).

5. “Brasil e América Latina em 2020, documento do National Intelligence Council”, Brasília, 27 dezembro 2003, 3 p.

6. “Três vivas ao processo de globalização: crescimento, pobreza e desigualdade em escala mundial”, Washington, 23 fevereiro 2003, 13 pp. Ensaio crítico, corrigindo conceitos e interpretações do capítulo 8 do livroA Grande Mudança, com base nos estudos do economista Xavier Sala-i-Martin, que demonstram a diminuição da pobreza e das desigualdades nas duas décadas de globalização desde o final dos anos 1970. Revista Autor (ano III, n∞ 21, março 2003, ISSN 1677-3500; link: http://www.revistaautor.com.br/). Em três partes: colunas de RelNet; 1a. parte em 24.03.2003; link: http://www.relnet.com.br/pgn/colunaaj140.lasso; 2a. parte; link: http://www.relnet.com.br/pgn/colunaaj141.lasso; 3a. parte; link: http://www.relnet.com.br/pgn/colunaaj142.lasso. Republicado, em três partes, na revista Espaço Acadêmico (Maringá; Ano III, 1ª parte: nº 29, outubro de 2003; link www.espacoacademico.com.br/029/29pra.htm ; 2ª parte: nº 30, novembro de 2003; link: www.espacoacademico.com.br/030/30pra.htm; 3ª parte: nº 31, dezembro de 2003; link:http://www.espacoacademico.com.br/031/31pra.htm).

7.A Alca e o interesse nacional brasileiro: doze questões em busca de um debate racional”, Washington, 28 julho 2003, 23 pp. Compilação feita a partir dos trabalhos 1073, 1078 e 1080. Publicado na revistaEspaço Acadêmico (Maringá: nº 27, agosto 2003; ISSN: 1519.6186; link: http://www.espacoacademico.com.br/027/27pra.htm) e no site O Economista (link: http://oeconomista.com/wm/wmview.php?ArtID=535). Publicado como contribuição de autor na obra coletiva coordenada por Wagner Rocha D’Angelis (dangelis_ajial@uol.com.br) (org.), Direito Internacional do Século XXI: integração, justiça e paz (Curitiba: Ed. Juruá, 2003, 388p.; pp, 127-154).

8. “O Brasil e o processo de formação de blocos econômicos: conceito e história, com aplicação aos casos do Mercosul e da Alca”, Washington, 3 agosto 2003, 22 p. Ensaio de natureza dissertativa, abordando as origens do fenômeno de formação de blocos no mundo contemporâneo, em especial no continente americano, os problemas trazidos pelos esquemas comerciais ao sistema multilateral de comércio e discutindo as implicações da Alca para o futuro do Mercosul. Preparado para a obra de Eduardo Gomes (gomes_eduardo@uol.com.br) e Tarcísio Reis (org.), Temas Atuais de Direito Internacional: a integração econômica no século XXI (Curitiba: Editora Juruá, 2004).

9. “FMI: políticas e condicionalidades”, Washington, 7-15 agosto 2003, 9 pp. Respostas a questões colocadas em 6 e 13 de agosto pelo jornalista Julio Lobato, para a revista Ciência Hoje On-line (chonline@sbpcnet.org.br). Publicado no site eletrônico da revista Ciência Hoje (www.ciencia.org.br), em 22 de agosto (link: http://www.uol.com.br/cienciahoje/chdia/n907.htm), com referência ao artigo da revista História Hoje (http://www.anpuh.uepg.br/historia-hoje/vol1-1/brasilfmi.htm). Reformatado, em forma de “diálogo”, em 30.08, sob o título de “Um diálogo sobre o Fundo Monetário Iinternacional: desfazendo mitos e equívocos sobre os programas e as condicionalidades do FMI” (12 p.).

10. O Brasil e os Demais BRICs Comércio e Polótica. Renato Baumann (org). Disponível em: http://www.pralmeida.org/05DocsPRA/2077LivroBRICsPRAlmCap.pdf

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