O mundo olha
para as Nações Unidas procurando soluções para problemas
complexos em todos os lugares: solução de conflitos, reduzir a
pobreza, combater as mudanças climáticas, defender os direitos
humanos. Os temas da agenda da ONU são
múltiplos e diversificados como
são as carreiras oferecidas. O vasto leque de áreas de
atuação permite aos funcionários exercer diferentes funções, e trabalhar em
departamentos, cidades e até mesmo em diversas organizações do Sistema em
sua carreira nas Nações Unidas. Entre aqueles que trabalham para ONU
encontram-se funcionários que monitoram eleições, cuidam de questões
de desarmamento, coordenam a ajuda humanitária em situações de
crise e dão suporte administrativo, e apoio logístico para
realizar os complexos mandatos da Organização. Trabalham em todo o Sistema
da ONU, no mundo inteiro – de acordo com dados de 31 de dezembro de 2009 –
82.737 funcionários, sendo que destes 28.835 são funcionários internacionais e
53.902 locais, provenientes dos 192 Países-Membros. Esta diversidade
permite que os funcionários da Organização possam trabalhar
em equipes multiculturais com pessoas de todas
as origens e culturas.
Inegavelmente nesses 65 Anos, a boa nova (2011) é que o Brasil está preparado para assumir a presidência rotativa do Conselho de Segurança no mês em curso, ou seja, agora, fevereiro de 2011. Todavia, destacamos que o órgão é dirigido a cada mês por um de seus 15 países-membros. Assim sendo, durante o período, a nação fica encarregada também de presidir todos os trabalhos do Conselho, além de convocar qualquer sessão extraordinária. A presidência brasileira ficará à cargo embaixadora brasileira junto às Nações Unidas, Maria Luiza Ribeiro Viotti (foto ao lado). Em entrevista, a Embaixadora disse que o Brasil deve realizar um debate temático, mas o assunto ainda não foi escolhido. A mesma também falou sobre a sessão de renovação do mandato do Timor-Leste. “Haverá, como mencionei, a renovação do mandato da operação de paz no Timor-Leste, que é algo de muita importância para o Brasil e para os países de expressão portuguesa. Esperamos contar com a presença de autoridades de alto nível do Timor e aproveitar para discutir um pouco mais a situação no país e os próximos passos”, disse. Nesse diapasão, analistas dizem que fevereiro poderá ser um mês importante para os trabalhos do Conselho de Segurança por causa da situação no Sudão. O país africano está realizando dois referendos sobre o futuro do Sul do Sudão e ainda a pertença de Abiey, a província central, que é rica em recursos naturais. Ouça aqui a entrevista de Maria Luiza Ribeiro Viotti à Rádio ONU.
Inegavelmente nesses 65 Anos, a boa nova (2011) é que o Brasil está preparado para assumir a presidência rotativa do Conselho de Segurança no mês em curso, ou seja, agora, fevereiro de 2011. Todavia, destacamos que o órgão é dirigido a cada mês por um de seus 15 países-membros. Assim sendo, durante o período, a nação fica encarregada também de presidir todos os trabalhos do Conselho, além de convocar qualquer sessão extraordinária. A presidência brasileira ficará à cargo embaixadora brasileira junto às Nações Unidas, Maria Luiza Ribeiro Viotti (foto ao lado). Em entrevista, a Embaixadora disse que o Brasil deve realizar um debate temático, mas o assunto ainda não foi escolhido. A mesma também falou sobre a sessão de renovação do mandato do Timor-Leste. “Haverá, como mencionei, a renovação do mandato da operação de paz no Timor-Leste, que é algo de muita importância para o Brasil e para os países de expressão portuguesa. Esperamos contar com a presença de autoridades de alto nível do Timor e aproveitar para discutir um pouco mais a situação no país e os próximos passos”, disse. Nesse diapasão, analistas dizem que fevereiro poderá ser um mês importante para os trabalhos do Conselho de Segurança por causa da situação no Sudão. O país africano está realizando dois referendos sobre o futuro do Sul do Sudão e ainda a pertença de Abiey, a província central, que é rica em recursos naturais. Ouça aqui a entrevista de Maria Luiza Ribeiro Viotti à Rádio ONU.
Entenda a trajetória desses 65 anos de atividades - Representações da ONU no Brasil
1947 – Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil
(UNIC Rio)
1949 – Banco Mundial
1950 – Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)
1950 – Organização Internacional do Trabalho (OIT)
1954 – Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS)
1960 – Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe
(CEPAL)
1964 – Organização das Nações Unidas para a Educação, a
Ciência e a Cultura (UNESCO)
1966 – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
(PNUD)
1973 – Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA)
1977 – Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados
(ACNUR)
1979 – Organização das Nações Unidas para Agricultura e
Alimentação (FAO)
1991 – Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime
(UNODC)
1992 – Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a
Mulher (UNIFEM)
1992 – União Internacional de Telecomunicações (UIT)
1996 – Programa das Nações Unidas para os Assentamentos
Humanos (ONU-HABITAT)
1997 – Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para
Prevenção do Delito e Tratamento do Delinquente (ILANUD)
1998 – Programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV)
2000 – Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids
(UNAIDS)
2004 – Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo
(CIP-CI/PNUD)
2004 – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)
2009 – Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI)
2010 – Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento
Industrial (UNIDO)
2010 – Instituto das Nações Unidas para Formação e Pesquisa
(UNITAR)
A
EXPOSIÇÃO
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